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“Essas coisas assustaram e o disco sumiu. E me tirou de circulação. Eu pensava que era aquele disco que ia me botar em circulação, porque era um disco foguento, cheio de malandragem” (Tom Zé, anos 2000)
Essa é minha estréia aqui no Um Livro Por Mês falando sobre discos e começo essa aventura (aventura porque música é algo que considero extremamente complexo de se analisar) já falando sobre o desafio que a mim foi imposto. Pois bem, O Samuel me desafiou no começo do mês a falar sobre um de seus discos prediletos de um artista, digamos, polêmico e, por que não, excêntrico. Antes de mais nada, chamo a atenção de vocês para a capa acima. Diferente, um pouco estranha, não? Eu peço que soltem suas respectivas imaginações e tentem imaginar o que é essa capa, do que se trata? Não falo mais nada, essa é um interpretação que eu preciso que vocês façam para provar a extravagância de Tom Zé. Ah, só mais uma coisa em relação à esse capa: ela foi considera pela Folha de S. Paulo a segunda melhor capa do século XX. E agora, mais recentemente, faz parte da exposição das 50 melhores capas de discos de todos os tempos. Se você ainda não matou a charada, tente a sorte aqui.